| 1º Dia |
| 14.00 |
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Registo |
| 14.30 |
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Introdução |
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- Fundamentos da monitorização hemodinâmica
- Como definir instabilidade hemodinâmica
- Os diferentes tipos de choque
- O essencial da monitorização hemodinâmica: porquê, para quê, quando e onde
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| 15.30 |
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Monitorização básica: Uso e limitações |
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- Pressão arterial
- Pressão venosa central
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| 16.00 |
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A resposta ao Volume |
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- O papel dos fluidos na terapêutica da hipoperfusão tecidular
- Aumento do volume de ejecção sistólico como o indicador da resposta aos fluidos
- Como tirar partido das interacções entre a
ventilação e a circulação
- Fluid Challenge e levantamento passivo das pernas
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| 16.30 |
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Coffee break |
| 17.00 |
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Skill Stations – Como avaliar a resposta ao volume |
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- A pressão de pulso como indicador do volume sistólico
- Como tirar partido das interacções entre a ventilação e a circulação
- Cuidados a ter com o Fluid Challenge
- Cuidados a ter com o levantamento passivo das pernas
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| 18.00 |
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Cateterização do coração direito |
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- O catéter da Artéria Pulmonar
- Pressão de Oclusão da Artéria Pulmonar: medição, significado e limitações
- Limitações da PVC e da POAP no doente crítico
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| 18.30 |
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Encerramento do primeiro dia |
| 2º Dia |
| 08.30 |
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Monitorização Hemodinâmica:
O Papel do Enfermeiro de C. Intensivos |
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- Que Registos? Com que frequência?
- O papel do Enfermeiro dentro de um protocolo de abordagem de instabilidade hemodinâmica
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| 09.00 |
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Débito cardíaco |
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- Por termodiluição
- Avaliação do volume tele-diastólico ventricular direito
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| 09.30 |
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Introdução aos modos não invasivos ou minimamente invasivos para avaliar o Débito Cardíaco |
| 10.00 |
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Água Extra-vascular Pulmonar e Volumes de Sangue Intratorácico |
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- Volumes intra–torácicos por diluição
de indicador trans-pulmonar
- Metodologia e valor da avaliação
da água pulmonar extra-vascular
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| 10.30 |
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Cofee break |
| 11.00 |
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Modos não invasivos ou minimamente invasivos
para avaliar o Débito Cardíaco |
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- Doppler esofágico
- Doppler transtorácico
- LiDCO e LiDCO Rapid
- PCCO e Termodiluição trans–pulmonar: O PiCCO
- Flotrac/Vigileo
- PRAM
- Débito cardíaco por Bioimpedância
- Débito cardíaco por Bioreactância
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| 12.00 |
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Skill Stations – Monitores |
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- Catéter de Swan–Ganz, Catéteres de Oximetria e de Débito Cardíaco Continuo
- Vigilance
- PiCCO
- Vigileo
- LiDCO
- Doppler esofágico
- StO2
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| 13.00 |
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Almoço |
| 14.30 |
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Comparação entre os diferentes métodos disponíveis:
Usos, vantagens e limitações de cada um
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| 15.00 |
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Vantagens e limitações da Ecocardiografia na avaliação hemodinâmica |
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- Avaliação do preload e da contractilidade cardíaca por ecocardiografia
- Como avaliar o Débito Cardíaco por ecocardiografia
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| 15.30 |
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Avaliação do Desempenho Cardíaco na Circulação e Cálculos de O2 |
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- Relação DO2/VO2
- Saturação de Oxigénio Venosa Mista (SvO2)
- Saturação de Oxigénio Venosa Central (SvcO2)
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| 16.00 |
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O Gap de CO2
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| 16.30 |
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Cofee break |
| 17.00 |
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Circulação Esplâncnica |
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- Tonometria
- Outros métodos para avaliação da Circulação Esplâncnica
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| 17.30 |
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Microcirculação |
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- Saturação Tecidular de O2 (StO2)
- Fluxo Microcirculatório por Vídeo-microscopia
- Outros métodos para avaliação da Microcirculação
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| 18.00 |
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Skill Stations: Caso Clínico |
| 3º Dia |
| 08.30 |
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Abordagem do doente hemodinamicamente instável:
O PerfilHemodinâmico |
| 09.00 |
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Como integrar os resultados para abordar
e orientar a terapêutica |
| 09.30 |
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Protocolos e definição de objectivos de ressuscitação da circulação |
| 10.00 |
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Skill Stations: Caso Clínico |
| 10.30 |
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Cofee break |
| 11.00 |
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Teste |
| 12.30 |
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Encerramento do Curso |
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